Espaço criado para compartilhar idéias, pensamentos e até mesmo estimular uma discussão sadia sobre temas como vida, espiritualidade, teologia, política, família, etc. Espero que você curta bastante. Boa leitura!
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
Muito boa a letra dessa música
Leve em conta apenas a letra da música, "algumas" imagens voce pode desconsiderar.
SOLA GRATIA
É fácil falar sobre a graça. É só por ela que falamos, vivemos, existimos – A afirmação de Lutero foi reduzida a salvação. Como Paulo ele compreendeu que não há outro meio de sermos reconciliados com Deus. A graça salvadora é aquela que pela fé recebemos como presente de Deus para termos acesso a glória. A graça sustentadora é aquela que pela bondade de Deus é nos ofertada como a suficiência para suportarmos os “espinhos” na carne e ouvirmos em silencio a doce voz do Senhor, “a minha graça te basta”. Sola gratia – somente a graça!
SOLA FIDE
O impacto dessa afirmação é muito diferente hoje da do século XVI, quando o reformador a sustentou como o fundamento de suas 95 teses afixadas na porta da igreja do Castelo de Wittenberg, em 31 de outubro de 1517. Dizer “sola fide – só a fé” na Alemanha de Lutero era ecoar por toda a Europa que toda a tradição acumulada por séculos se constituía desvio do verdadeiro evangelho – e era. Ousadia e determinação acompanharam Lutero em suas bravas defesa da fé. Fé esta que o iluminou ao ler o texto acima e, concluir: é pela fé que somos justificados. Em tempos de “evangelhos anátemas”, de “mercantilização da fé”, de “apóstolos e bispos”, de “catedrais suntuosas”, de “humanização da fé” e de relativismo ético em nome de prosperidade financeira, faz-se necessário reafirmar: Sola Fide – somente a fé.
Ratio Essendi
A filósofa alemã contemporânea, Gertrude Stein, criou o conceito de nadez. Esta sensação de vazio que a maior parte das pessoas tem. Elas não têm grandes pecados do que se arrepender, não tem grandes manchas na sua vida, mas elas também não têm nada a temer, a vida delas é absolutamente incolor e sofrem de nadez, de nada, não tem nada. Em Cristo, esse conceito, desaparece, pois, Nele encontramos não só o enchimento que precisamos, como também, o “ratio essendi – a razão de ser”. Nossa vida tem sentido, nossos dias tem propósitos – encontramos nele a razão de viver.
Os Gigantes nossos de cada dia
Israel estava em guerra. Nenhuma novidade. Para se apoderar de terras prometidas e permanecer nelas, Israel se especializou na arte da guerra. Nesta peleja, no entanto, havia um fator novo, que podemos chamar de uma GRANDE novidade: um guerreiro de tamanho desproporcional aos soldados da época – um gigante. Golias era o seu nome. Entrou para a história da humanidade como a possibilidade real do menor vencer o maior, do pequeno sobrepujar o grande, do coração derrotar a razão. Tornou-se fonte de inspiração para sonhadores. Foi exemplo de estratagema militar de diversos generais para motivação de seus exércitos. Mas, esta peça, não tem um único personagem, não é um monólogo. São vários atores no palco. Dois são principais: o gigante Golias e Davi, até então, o filho caçula, pastor de ovelhas e desprezado entre os filhos de Jessé. Estes dois homens permanecem no imaginário como o gigante que foi ao chão, derrotado e o rapazinho que o jogou ao chão, desafiando-o e o derrotando. Alguém disse, a partir dessa experiência, que gigantes existem para serem vencidos. Lembro-me da cena de um filme onde um soldado inexperiente enfrentava sua primeira batalha em guerra e hesitou ao disparar sua arma e atingir o soldado inimigo que se aproximava. Após o incidente, já no QG, seu comandante o indaga sobre o acontecido e, o soldado responde, dizendo que seus princípios religiosos o proibiam de matar. O comandante, áspero e determinado, olha para o seu subordinado e dispara: “Soldado, estamos em guerra, e na guerra tudo é permitido. Ou você vive, ou morre”. Fica claro que o autor da história provocava o puritanismo sulista americano e as angústias da alma diante dos grandes dilemas da guerra. Mas, a nós, cabe a constatação possível: estamos em guerra! E, muitas vezes, nossos adversários são maiores que nossa capacidade até mesmo de lutar. São gigantes que se levantam com o fim único de destruir-nos. Há inúmeras figuras bíblias que apontam para a batalha que vive os cristãos e a igreja. Batalhas espirituais da carne contra o espírito que por vezes torna a carne e seus desejos verdadeiros gigantes (Pois a carne deseja o que é contrário ao Espírito; e o Espírito, o que é contrário à carne. Eles estão em conflito um com o outro. Gal. 5:17) Batalhas mentais que procuram cativar nossos pensamentos nos valores que são da terra e não do alto (Mantenham o pensamento nas coisas do alto, e não nas coisas terrenas. Col. 3.2). Há batalhas emocionais que minam a força para viver. (No amor não há medo; ao contrário o perfeito amor expulsa o medo, porque o medo supõe castigo. (I Jo 4:18). Como nos ensinou Davi, na força do Senhor, com coragem e princípios corretos, podemos lutar e vencer todos os gigantes da nossa vida.
Prioridade
Estabelecer prioridades não é tarefa fácil. A rigor, prioridade é a primeira e única opção. O substantivo pode indicar preferência: o direito de passar à frente dos outros; ou mesmo, a qualidade do que está em primeiro lugar, a prioridade de um acontecimento. O que acontece é que nos perdemos exatamente no não estabelecimento de prioridade e usurpamos o direito nosso de administrar bem nossa agenda. A tirania do urgente, em detrimento do prioritário sufoca-nos e tira, portanto, nosso ‘gás’ para chegarmos ao fim nas metas estabelecidas. Quando priorizamos o urgente renegamos a segundo plano o importante. Importante é tudo aquilo que é relevante para a meta a ser atingida. Enquanto urgente é tudo aquilo que tem um prazo específico e, que por sinal, esta por expirar. Alguém já disse que o tempo é o recurso mais democrático que existe: independentemente do nível social, econômico, intelectual, da religião, da cultura, todos, sem exceção, tem 24 horas, nem um segundo a mais ou a menos. E, quando reclamos que não dispomos de tempo, a verdade é que dispomos de todo o tempo que existe. Quando o evangelista Marcos registrou de forma surpreendente suas impressões acerca da pessoa e da atividade de Cristo, ele disse: “Ele tudo faz bem”. Como nenhum outro, Cristo é o nosso modelo. Uma leitura direcionada pelo o texto bíblico revelará a prioridade de Jesus. Ele disse: “Meu Pai trabalha até agora e eu também”. Quando Cristo afirmava que sua missão era cumprir a vontade do seu Pai, ele estabelecia para si mesmo e para seus ouvintes, discípulos ou não, sua prioridade. Isso era importante para Ele. Logo, tudo o mais era reduzido a um nível menor. É pontual que Cristo era consciente de sua missão, inclusive, do seu fim numa cruz. Digamos, que sabedor do caminho da cruz, essa era sua meta, essa era a vontade do Pai, ele estabeleceu suas tarefas e as separou pelo tempo que tinha para realizá-las. É fácil observar no Novo Testamento ações direcionadas para esse fim, quando ele chama seus discípulos, quando os ensina, quando os previne de sua partida, quando retira deles uma posição em relação a sua própria pessoa – seria uma avaliação da meta. Até mesmo geograficamente, a prioridade de Jesus se faz notória. Não sem propósito ele separou a Palestina em áreas de atuação, até chegar a Jerusalém. Penso que devemos olhar para Cristo, quando estabelecermos nossa prioridade. Fugindo da urgência, desenvolvendo a agenda da importância e, sem dúvida, buscando em primeiro lugar o seu Reino e a sua justiça, crendo, que o mais nos serão acrescentados. Essa é uma possível e necessária disciplina bíblica para o crescimento à estatura do Filho de Deus. Crescendo Nele, olhando para Ele!
Amigos, sem eles eu nao sou nada
Tenho amigos que não sabem o quanto são meus amigos.Não percebem o amor que lhes devoto e a absoluta necessidade que tenho deles.
A amizade é um sentimento mais nobre do que o amor, eis que permite que o objeto dela se divida em outros afetos, enquanto oamor tem intrínseco o ciúme, que não admite a rivalidade.
E eu poderia suportar, embora não sem dor, quetivessem morrido todos os meus amores, mas enlouqueceria se morressemtodos os meus amigos!
Até mesmo aqueles que não percebem o quanto são meusamigos e o quanto minha vida depende de suas existências...
A alguns deles não procuro, basta-me saber que eles existem.Esta mera condição me encoraja a seguir em frente pela vida.Mas, porque não os procuro com assiduidade, nãoposso lhes dizer o quanto gosto deles. Eles não iriam acreditar.
Muitos deles estão lendo esta crônica e não sabem que estão incluídos na sagrada relação de meus amigos.Mas é delicioso que eu saiba e sinta que os adoro, embora não declare e não os procure.
E às vezes, quando os procuro, noto que eles não tem noção de como me são necessários, de como são indispensáveis ao meu equilíbrio vital, porque eles fazem parte do mundo que eu, tremulamente,construí e se tornaram alicerces do meu encanto pela vida.
Se um deles morrer, eu ficarei torto para um lado.Se todos eles morrerem, eu desabo!Por isso é que, sem que eles saibam, eu oro pela vida deles.E me envergonho, porque essa minha prece é, em síntese, dirigida ao meu bem estar. Ela é, talvez, fruto do meu egoísmo.
Por vezes, mergulho em pensamentos sobre alguns deles.Quando viajo e fico diante de lugares maravilhosos,cai-me alguma lágrima por não estarem junto de mim, compartilhando daquele prazer ...
Se alguma coisa me consome e me envelhece é que aroda furiosa da vida não me permite ter sempre ao meu lado, morandocomigo, andando comigo, falando comigo, vivendo comigo, todos os meusamigos, e, principalmente os que só desconfiam ou talvez nunca vão saberque são meus amigos!
A gente não faz amigos, reconhece-os.
A amizade é um sentimento mais nobre do que o amor, eis que permite que o objeto dela se divida em outros afetos, enquanto oamor tem intrínseco o ciúme, que não admite a rivalidade.
E eu poderia suportar, embora não sem dor, quetivessem morrido todos os meus amores, mas enlouqueceria se morressemtodos os meus amigos!
Até mesmo aqueles que não percebem o quanto são meusamigos e o quanto minha vida depende de suas existências...
A alguns deles não procuro, basta-me saber que eles existem.Esta mera condição me encoraja a seguir em frente pela vida.Mas, porque não os procuro com assiduidade, nãoposso lhes dizer o quanto gosto deles. Eles não iriam acreditar.
Muitos deles estão lendo esta crônica e não sabem que estão incluídos na sagrada relação de meus amigos.Mas é delicioso que eu saiba e sinta que os adoro, embora não declare e não os procure.
E às vezes, quando os procuro, noto que eles não tem noção de como me são necessários, de como são indispensáveis ao meu equilíbrio vital, porque eles fazem parte do mundo que eu, tremulamente,construí e se tornaram alicerces do meu encanto pela vida.
Se um deles morrer, eu ficarei torto para um lado.Se todos eles morrerem, eu desabo!Por isso é que, sem que eles saibam, eu oro pela vida deles.E me envergonho, porque essa minha prece é, em síntese, dirigida ao meu bem estar. Ela é, talvez, fruto do meu egoísmo.
Por vezes, mergulho em pensamentos sobre alguns deles.Quando viajo e fico diante de lugares maravilhosos,cai-me alguma lágrima por não estarem junto de mim, compartilhando daquele prazer ...
Se alguma coisa me consome e me envelhece é que aroda furiosa da vida não me permite ter sempre ao meu lado, morandocomigo, andando comigo, falando comigo, vivendo comigo, todos os meusamigos, e, principalmente os que só desconfiam ou talvez nunca vão saberque são meus amigos!
A gente não faz amigos, reconhece-os.
Onde nós vamos parar?
Já falei aqui, outras vezes. Preocupo-me, sinceramente, com o tipo de "ministério" que acha que os fins justificam os meios.
Assim tenho visto alguns, famosos ou não, espalhados, e sendo divulgados por aí.
Sei que tem gente que gosta. Sei de alguns que falarão que não devemos lutar contra nós mesmos. Entretanto, precisamos saber se contra o que lutamos, são realmente nossos.
Será que o evangelho que eles pregam é dos nossos?
Alguns meses atrás, o Silas Malafaia, se desligou da Convenção das Assembleias de Deus. A mesma que até ano passado ele concorreu a cargos eletivos da convenção, apoiando "politicamente" um outro candidato, que não esse que venceu.
Agora, o Silas Malafaia quer uma convenção somente para ele.
Segundo o tal, todas as igrejas que aparecem o nome "Vitoria em Cristo", pode tirar imediatamente, "se não fizer por bem, fará por mal".
Lindo! Puro evangelho!
E ainda tem gente que vai atrás.
Assim tenho visto alguns, famosos ou não, espalhados, e sendo divulgados por aí.
Sei que tem gente que gosta. Sei de alguns que falarão que não devemos lutar contra nós mesmos. Entretanto, precisamos saber se contra o que lutamos, são realmente nossos.
Será que o evangelho que eles pregam é dos nossos?
Alguns meses atrás, o Silas Malafaia, se desligou da Convenção das Assembleias de Deus. A mesma que até ano passado ele concorreu a cargos eletivos da convenção, apoiando "politicamente" um outro candidato, que não esse que venceu.
Agora, o Silas Malafaia quer uma convenção somente para ele.
Segundo o tal, todas as igrejas que aparecem o nome "Vitoria em Cristo", pode tirar imediatamente, "se não fizer por bem, fará por mal".
Lindo! Puro evangelho!
E ainda tem gente que vai atrás.
A Relevancia que se faz necessária
Cheguei a Ipatinga tem quase um ano. Estou vivendo uma nova experiência pastoral, numa região diferente e distante da qual vivi toda a minha vida.
Tem sido desafiador, mas penso que é uma oportunidade para ser relevante, numa geração que precisa, mas se esquiva de Deus. Isso mesmo estando longe do ministério.
Ser relevante é um desafio para a Igreja desse tempo. Por muitos anos ficamos guardados dentro de nossos templos, com programas infindáveis, nos escondendo e impedindo que fossemos diferentes. Conseguimos, por muito tempo, em muitos lugares, ser apenas estranhos e esquisitos.
Está no tempo de sairmos do templo. Está no tempo de voltarmos nossos olhos para as ruas, para as calçadas, para os nao cristãos, de um modo diferente do que temos feito até aqui.
Ser relevante é um desafio para os pastores desse tempo. As pessoas não suportam mais suas teologias, faladas envelopadas em togas, chatérrimas, muito bem escritas, mas distante das pessoas.
Ë preciso que eles entendam que os tempos mudaram. Não podemos comunicar o evangelho do mesmo modo que fazíamos há décadas atrás.
Ser relevante é um desafio para o crente, como indivíduo. Chega dele ficar preocupado com coisas irrelevantes e sem sentido. Enquanto alguns crentes fazem questao de cantar hinos, e outros de cantar apenas cânticos, milhões deles não conseguem entender que nem um, nem outro, é A expressão de adoração.
Crentes precisam compreender que cada tem um ministério. Seja dentro da Igreja, ou fora dela. Aliás, mais precisamente fora dela.
Ser relevante é enxergar o mundo e vê-lo como Deus vê. Se fizermos isso teremos a possibilidade de encanta-lo com uma mensagem poderosa de transformação.
Tem sido desafiador, mas penso que é uma oportunidade para ser relevante, numa geração que precisa, mas se esquiva de Deus. Isso mesmo estando longe do ministério.
Ser relevante é um desafio para a Igreja desse tempo. Por muitos anos ficamos guardados dentro de nossos templos, com programas infindáveis, nos escondendo e impedindo que fossemos diferentes. Conseguimos, por muito tempo, em muitos lugares, ser apenas estranhos e esquisitos.
Está no tempo de sairmos do templo. Está no tempo de voltarmos nossos olhos para as ruas, para as calçadas, para os nao cristãos, de um modo diferente do que temos feito até aqui.
Ser relevante é um desafio para os pastores desse tempo. As pessoas não suportam mais suas teologias, faladas envelopadas em togas, chatérrimas, muito bem escritas, mas distante das pessoas.
Ë preciso que eles entendam que os tempos mudaram. Não podemos comunicar o evangelho do mesmo modo que fazíamos há décadas atrás.
Ser relevante é um desafio para o crente, como indivíduo. Chega dele ficar preocupado com coisas irrelevantes e sem sentido. Enquanto alguns crentes fazem questao de cantar hinos, e outros de cantar apenas cânticos, milhões deles não conseguem entender que nem um, nem outro, é A expressão de adoração.
Crentes precisam compreender que cada tem um ministério. Seja dentro da Igreja, ou fora dela. Aliás, mais precisamente fora dela.
Ser relevante é enxergar o mundo e vê-lo como Deus vê. Se fizermos isso teremos a possibilidade de encanta-lo com uma mensagem poderosa de transformação.
Ainda sobre a Copa...
Brasil 3 a 1 na Costa do Marfim. Todo mundo ansioso para ouvir o "técnico" da seleção canarinho.Um repórter, gente boa por sinal, Alex Escobar, discorda do que o dono do escrete está falando, mas meneia a cabeça, falando ao celular com um outro repórter.
O seu Dunga para a entrevista, e faz aquela pergunta que bandido, bêbado, ou marrento faz às pessoas quando elas olham atravessado: "qual é? Algum problema?".
Claro que o jornalista não ia travar ali um bate boca com o treinador, diante das câmeras do mundo inteiro. Bem, pelo menos não o Alex Escobar, porque se fosse o Kajuru, ele no mesmo instante levantava e tacava o microfone, celular, sapato e tudo o que mais tivesse ao alcance.
Dunga é iracundo, dá pra ver. É inseguro, por isso a marra. Ele na verdade tem medo de receber críticas e antes mesmo que elas venham, ele dispara uma metralhadora de falta de educação para todos os lados.
A Copa não foi a mais bela, não para mim. Torço, com sinceridade, com uma paz como se não gostasse de futebol. Falo a verdade, eu hoje prefiria estar vendo o Ipatinga jogar(pasmém... pois o time nao ganha de ninguém), a ter que aturar o Dunga na beira do campo.
Mas, pensando na vida e nos amigos, como você se comporta diante da crítica? Como você se comporta diante de situações que invariavelmente acontecem na vida, em que é pressionado ao extremo?
Alguns xingam, berram, batem, ofendem, respondem. Outros, mudam, trabalham, ouvem e crescem.
Queria mandar este texto para o treinador da seleção. Ele não vai ler, eu sei, mas queria apenas saber se ao final ele gostaria de mudar, ou apenas continuaria a xingar todo mundo.
O seu Dunga para a entrevista, e faz aquela pergunta que bandido, bêbado, ou marrento faz às pessoas quando elas olham atravessado: "qual é? Algum problema?".
Claro que o jornalista não ia travar ali um bate boca com o treinador, diante das câmeras do mundo inteiro. Bem, pelo menos não o Alex Escobar, porque se fosse o Kajuru, ele no mesmo instante levantava e tacava o microfone, celular, sapato e tudo o que mais tivesse ao alcance.
Dunga é iracundo, dá pra ver. É inseguro, por isso a marra. Ele na verdade tem medo de receber críticas e antes mesmo que elas venham, ele dispara uma metralhadora de falta de educação para todos os lados.
A Copa não foi a mais bela, não para mim. Torço, com sinceridade, com uma paz como se não gostasse de futebol. Falo a verdade, eu hoje prefiria estar vendo o Ipatinga jogar(pasmém... pois o time nao ganha de ninguém), a ter que aturar o Dunga na beira do campo.
Mas, pensando na vida e nos amigos, como você se comporta diante da crítica? Como você se comporta diante de situações que invariavelmente acontecem na vida, em que é pressionado ao extremo?
Alguns xingam, berram, batem, ofendem, respondem. Outros, mudam, trabalham, ouvem e crescem.
Queria mandar este texto para o treinador da seleção. Ele não vai ler, eu sei, mas queria apenas saber se ao final ele gostaria de mudar, ou apenas continuaria a xingar todo mundo.
E ainda dizem que isso é perseguição...
A NOVA REFORMA PROTESTANTE
MATÉRIA DA REVISTA ÉPOCA CHAMA A ATENÇÃO PARA UM NOVO MOMENTO DA IGREJA EVANGÉLICA BRASILEIRA
A revista época lançou na semana passada uma bem feita matéria sobre o movimento evangélico no Brasil, se é que podemos chamar assim.
O texto, bem conduzido pelo jornalista Ricardo Alexandre, trouxe à luz uma discussao que vem se arrastando por diversos meios cristãos, bastidores de igrejas cristãs, e encontros sem fama dos arraiais evangélicos. Digo sem fama porque os encontros, HOJE, que sao famosos, nao sao encontros de reflexão, são encontros apenas.
Vale a pena a leitura da revista e da matéria. Vale a pena perceber que estamos entrando num novo tempo e momento da fé evangélica brasileira. Algo precisa acontecer.
Não podemos, gratuitamente, ser confundidos com uma religião que prega o que a bíblia contradiz, que fala o que Deus nunca disse e crê em algo que nao se justifica.
Esse tempo chegou, espero que aproveitemos o bastante, e que muito do que tem sido feito por aí em nome de Deus, mas nao o é, seja desmascarado, a fim de que o evangelho pregado por Jesus de Nazaré prevaleça.
MATÉRIA DA REVISTA ÉPOCA CHAMA A ATENÇÃO PARA UM NOVO MOMENTO DA IGREJA EVANGÉLICA BRASILEIRA
A revista época lançou na semana passada uma bem feita matéria sobre o movimento evangélico no Brasil, se é que podemos chamar assim.
O texto, bem conduzido pelo jornalista Ricardo Alexandre, trouxe à luz uma discussao que vem se arrastando por diversos meios cristãos, bastidores de igrejas cristãs, e encontros sem fama dos arraiais evangélicos. Digo sem fama porque os encontros, HOJE, que sao famosos, nao sao encontros de reflexão, são encontros apenas.
Vale a pena a leitura da revista e da matéria. Vale a pena perceber que estamos entrando num novo tempo e momento da fé evangélica brasileira. Algo precisa acontecer.
Não podemos, gratuitamente, ser confundidos com uma religião que prega o que a bíblia contradiz, que fala o que Deus nunca disse e crê em algo que nao se justifica.
Esse tempo chegou, espero que aproveitemos o bastante, e que muito do que tem sido feito por aí em nome de Deus, mas nao o é, seja desmascarado, a fim de que o evangelho pregado por Jesus de Nazaré prevaleça.
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